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Harold Lloyd no filme-concerto "Safety Last"

18 de Fevereiro 2012 no Bar Cultural da Filantrópica na Póvoa de Varzim será apresentada a décima sessão das "Origens do Cinema" com o filme-concerto "Safety Last" (1923) uma comédia burlesca protagonizada por Harold Lloyd e com música ao vivo por José Peixoto e Paulo Lemos. Programação por Daniel Curval.


O projecto “As Origens do Cinema” é uma iniciativa que pretende homenagear a Arte do Cinema, os filmes e os autores (realizadores, actores, etc) clássicos do período do cinema mudo (Anos 10, 20 e 30 do século XX).
Os Filmes-concerto pretendem recriar a atmosfera das primeiras projecções públicas
de filmes que eram muitas vezes acompanhadas por música ao vivo.
As sessões terão uma regularidade mensal (última sexta-feira de cada mês) e serão constituídas pela projecção de filmes mudos (curtas e longas-metragens), acompanhados por música ao vivo, num ambiente informal do Bar Cultural d’A Filantrópica. 
Serão exibidos filmes que são hoje referência na história do cinema, obras-primas cinematográficas para serem revisionadas por cinéfilos e amantes do cinema e para os mais jovens uma oportunidade para conhecerem os filmes que criaram a linguagem e a estética do cinema.


Sessões anteriores:
I - Uma noite com Buster Keaton (3 curtas-metragens). Música por Pedro Zappa
II - Berlim vs Porto / Sinfonia de uma Capital de Walter Ruttmann
e Douro, Faina Fluvial de Manoel de Oliveira. Música pela banda 30&três
III - Tempos Modernos de Charlie Chaplin. Música por José Peixoto e Tiago Pereira
IV - Georges Méliès, o pioneiro da magia do cinema (Curtas-metragens). Música por grupo de sopros
V - O Gabinete do Dr. Caligari de Robert Wiene. Música por Nuno Maio/Paulo Lemos/Ricardo Castro
VI - O Couraçado Potemkin de Sergei M. Eisenstein. Música por Hugo Ramos
VII - O Homem da Câmara de Filmar de Dziga Vertov. Música por Aníbal Andrade
VIII - Nosferatu de F.W. Murnau. Música pela banda Biarooz
Sessão IX - Noite Surrealista com filmes de Luís Buñuel, Man Ray, Marcel Duchamp, Fernand Léger e René Clair; Intervenção Poética por Isaque Ferreira